Tópico para Gerwa

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Riktam
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Riktam » Wed May 15, 2013 5:00 am

Gerwa,

Há muitos aspectos a considerar em decisões mais complexas, e por isso o exercício se detém em decisões simples e imediatas e portanto não sujeitas a argumentações e ponderações que confundem a observação.

Muitas vezes em assuntos importantes que podem ter efeitos significativos sobre as nossas vidas ou sobre a de outras pessoas, nos rendemos a argumentos e até, às vezes, sobre o que os outros podem pensar de nossa decisão e muitas vezes acabamos não fazendo o que realmente desejávamos. "O que desejávamos" é a decisão em si, o que realmente foi feito depende de outros fatores externos. E também é repleto das palavras "e se...", puramente mentais.
Não propomos exercícios com decisões desse tipo, também porque não é todo dia que acontecem, mas tente se lembrar de um caso desses e veja se não ocorreu algo parecido com o que eu descrevi acima.

Outro caso comum que não chamo de decisão é, por exemplo, quando você marcou um compromisso num determinado local e pensa em detalhes como a que horas sair de casa, que caminho tomar para evitar o trânsito, onde estacionar o carro, que roupa vestir, etc. Nesse caso não se tratam de decisões puras, você apenas está usando seu cérebro como ferramenta para planejar a ida ao compromisso, nada muito diferente de usar, por exemplo o Google Maps para traçar o caminho.

Então vamos nos ater às decisões imediatas nas quais é mais fácil permanecer na experiência direta.

A sua resposta:
Eu diria que a maior parte das decisões que deu como exemplo, como quando entro numa sala e fixo um determinado ponto, são demasiado rápidas e a um nível pouco consciente. Aqui o pensamento geralmente surge mais tarde como justificação.
não parece muto conclusiva, gostaria que investigasse um pouco mais para responder à pergunta original que é:
Veja se consegue identificar quais foram os exatos momentos em que as escolhas se deram. Descreva como as escolhas acontecem. Existe honestamente um "eu" que escolhe?
Vou além: existiu esse momento em que decisão aconteceu? Qual foi o momento?

Se a fixação do olhar quando entra numa sala é muito rápida para você registrar, tente outras escolhas do dia a dia.
Tenho certeza que você entendeu o sentido do exercício e que vai ter, durante o seu dia, diversas oportunidades para observar como as decisões acontecem.

Aguardo sua resposta.

Abraços e tenha um bom dia.
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Wed May 15, 2013 9:43 pm

Riktam,

Não me sinto ainda pronto para dar uma resposta. Não sei se consigo identificar um momento em que ocorrem estes tipos de decisões, pelo menos quando reflicto, mas vou continuar a tentar.

Boa noite

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Re: Tópico para Gerwa

Postby Riktam » Wed May 15, 2013 10:45 pm

Gerwa,

É apenas prestar atenção a si mesmo e registrar como as coisas ocorrem.
Se continuar tendo dificuldade me fale, que procuro um exercício para treinar essa habilidade.

Abraços e boa noite.
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Thu May 16, 2013 6:36 pm

Riktam

Sinto que não estou a cumprir este exercício da melhor forma. Geralmente quando tomo consciência do processo de decisão, já a decisão decorreu :). Ou seja, apercebo-me que « estou a ir para a cozinha para ir comer», e apercebo-me do momento em que me levanto para ir à cozinha mas não estou consciente o suficiente durante o processo de decisão. Na maioria das decisões nem sequer me apercebo de um esquema de raciocínio, quando me tento lembrar. noutras não consigo identificar os momentos exactos em que as decisões ocorreram, talvez por não estar suficientemente atento.

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Re: Tópico para Gerwa

Postby Riktam » Thu May 16, 2013 7:04 pm

Gerwa,

Ahá.... excelente!

E então....

Existe alguém (um "eu") que toma as decisões?

Percebeste?

Abraços.
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Thu May 16, 2013 9:02 pm

Riktam,

Percebi que em muitas decisões deste tipo, de facto não sei «quem» e «como» tomou as decisões. Dou por mim a executá-las, sem por em causa a decisão. isto levanta-me algumas dúvidas quanto à questão do livre arbítrio...

permita-me uma questão: se não existe um «eu» que decide podemos falar de livre arbitrio ? será um processo auto-inteligente ?

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Re: Tópico para Gerwa

Postby Riktam » Thu May 16, 2013 11:45 pm

Gerwa,
Geralmente quando tomo consciência do processo de decisão, já a decisão decorreu :). Ou seja, apercebo-me que « estou a ir para a cozinha para ir comer», e apercebo-me do momento em que me levanto para ir à cozinha mas não estou consciente o suficiente durante o processo de decisão. Na maioria das decisões nem sequer me apercebo de um esquema de raciocínio, quando me tento lembrar. noutras não consigo identificar os momentos exactos em que as decisões ocorreram, talvez por não estar suficientemente atento.
Pois é, você não vai identificar o momento em que ocorreu a decisão, simplesmente porque não há ninguém decidindo.

Agora, sobre a sua indagação acerca do livre arbítrio, eu poderia declarar que ele não passa de mais um mito causado pela ilusão do "eu", mas isso só iria repercutir em você intelectualmente, e aqui não estamos visando o intelecto, é preciso enxergar a realidade que há por detrás dessa ilusão, tem que ser um processo vivencial, investigativo.

Então vamos investigar essa ilusão de todos os ângulos possíveis para que ela possa ser desmistificada através da experiência direta.

Vou propor novas experiências, realize-as em um horário e local em que ninguém o vá perturbar.

Se não estiver nessa condição neste momento não prossiga, deixe para retomar a leitura quando estiver só.







==============================================================

Agora a primeira experiência. Vou lhe dar um comando. Execute-o antes de prosseguir a leitura, OK?

O comando:

LEVANTE SUA MÃO ESQUERDA!

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Pode abaixar a mão.

Com honestidade, sem recorrer a qualquer pensamento ou conceito:

Tem certeza que há alguém a levantar a mão, ou ela simplesmente sobe?

Está em dúvida?

Tente de novo.
De novo.
Observe.
Até peceber.

Em seguida levante-se e, lentamente, dê uma volta pela casa ou pelo local onde estiver.

É realmente você que está controlando os passos ou o "caminhar" simplesmente acontece?

Durante o dia esteja atento em outras atividades. No banho, ao comer, ao escovar os dentes.

Tem certeza que existe alguém controlando, ou tudo isso simplesmente acontece?



Amanhã me responda com suas impressões.

Abraços e boa noite.
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Fri May 17, 2013 11:47 am

Riktam,

ok, vou seguir esses exercícios

até logo

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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Fri May 17, 2013 11:39 pm

Riktam,

Instintivamente, a minha sensação é de que há um «eu» a controlar a experiencia, os movimentos. não posso negar isso. no entanto, quando procuro este «eu» não o encontro :). por isso talvez seja apenas uma questão de tempo até ter a certeza que realmente não existe um controlador. Penso que se conseguir ter essa certeza, então praticamente todas as actividades estarão automaticamente desprovidas de um «eu». se não se aplica a uma actividade simples também não se aplica a uma mais complexa.

boa noite

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Re: Tópico para Gerwa

Postby Riktam » Sat May 18, 2013 5:00 am

Gerwa,

Vejo que você está a progredir bem nesta nossa investigação.

Vamos examinar alguns pontos:
Instintivamente, a minha sensação é de que há um «eu» a controlar a experiencia
Investigue se essa "sensação" não é uma impressão derivada da crença de que você é um indivíduo que é o agente de todos os movimentos que o corpo executa, algo assimilado durante muitos anos.
no entanto, quando procuro este «eu» não o encontro :)
Quando você procura em forma de experiência, e não de ideia, não encontra.

A sua constatação de anteontem:
apercebo-me que « estou a ir para a cozinha para ir comer», e apercebo-me do momento em que me levanto para ir à cozinha mas não estou consciente o suficiente durante o processo de decisão.
Não é muito diferente do que estivemos investigando hoje, apenas estamos usando outras palavras: primeiro "decidir" e depois "fazer".

Tem um outro exercício simples e interessante proposto por um colega da L.U., tente-o se ninguém o for interromper agora:

Junte os três dedos maiores de sua mão direita e, suavemente, bata com esses dedos sobre sua coxa por diversas vezes. Num dado momento pare com os dedos ainda suspensos, e espere até que "alguém" dentro de você dê o comando para a próxima batida, para então continuar.
O que observou?


E, sim, o que se aplica a atividades simples se aplica às complexas, mas isto neste momento é apenas uma inferência, não se trata, ainda, de experiência.

Continue observando, e me conte qualquer nova constatação. Aguardo seu retorno.

Bom dia.
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Sat May 18, 2013 2:15 pm

Riktam

E, sim, o que se aplica a atividades simples se aplica às complexas, mas isto neste momento é apenas uma inferência, não se trata, ainda, de experiência.
Sim, concordo.

Quanto ao exercício, se fico à espera de receber uma ordem de algum «eu», o máximo que observo são pensamentos do tipo « ok, podia mover agora os dedos » , mas não uma ordem explicita.

Se ficar a observar se surge uma ordem para parar de bater os dedos também não observo nada, não chega uma ordem, há uma sensação de ausência de qualquer controlador, contudo ao mesmo tempo tenho controlo sobre o momento em que paro. Ao observar a experiencia, diria que acontece em liberdade, sem ser forçada, de forma simples, mas com intenção.

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Re: Tópico para Gerwa

Postby Riktam » Sat May 18, 2013 9:39 pm

Gerwa, boa noite.
Quanto ao exercício, se fico à espera de receber uma ordem de algum «eu», o máximo que observo são pensamentos do tipo « ok, podia mover agora os dedos » , mas não uma ordem explicita.
Então percebes que o pensamento "ok, podia mover agora os dedos" também não vem de nenhum "eu", apenas surge e é observado.... Muito bom!
Agora, se você prestar bastante atenção quando surgirem esses pensamentos tipo "vou me levantar", "vou até a cozinha", vai notar que as decisões de "levantar-se", "ir à cozinha", etc., já haviam ocorido algumas frações de segundos antes do momento em que os pensamentos correspondentes surgiram para justificá-las. E esses pensamentos contribuem para gerar a falsa impressão de que há um "eu" tomando as decisões quando o processo não é observado com a devida atenção.
É algo bem sutil, observe atentamente. E me diga o que verificou.
Se ficar a observar se surge uma ordem para parar de bater os dedos também não observo nada, não chega uma ordem, há uma sensação de ausência de qualquer controlador, contudo ao mesmo tempo tenho controlo sobre o momento em que paro. Ao observar a experiencia, diria que acontece em liberdade, sem ser forçada, de forma simples, mas com intenção.
Muito bom.
Após estas nossas primeiras postagens, podemos dizer que você já verificou por si mesmo alguns aspectos que apontam na direção da nossa investigação.
Gostaria que você mesmo fizesse um breve resumo do que já pode afirmar e listasse as eventuais dúvidas que ainda existem, lembrando sempre que questionamentos filosóficos não são de grande valia aqui. Então me refiro mais a inseguranças quanto ao que foi aprendido do que a dúvidas intelectuais.

Abraços.
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Sun May 19, 2013 9:49 pm

Riktam, boa noite
Então percebes que o pensamento "ok, podia mover agora os dedos" também não vem de nenhum "eu", apenas surge e é observado.... Muito bom!
Agora, se você prestar bastante atenção quando surgirem esses pensamentos tipo "vou me levantar", "vou até a cozinha", vai notar que as decisões de "levantar-se", "ir à cozinha", etc., já haviam ocorido algumas frações de segundos antes do momento em que os pensamentos correspondentes surgiram para justificá-las. E esses pensamentos contribuem para gerar a falsa impressão de que há um "eu" tomando as decisões quando o processo não é observado com a devida atenção.
É algo bem sutil, observe atentamente. E me diga o que verificou.
Sim, concordo. Os pensamentos vêm apenas depois de uma decisão quase imediata, como por exemplo levar a mão à cara ou coçar o corpo, ou levantar-me de repente.


Gostaria que você mesmo fizesse um breve resumo do que já pode afirmar e listasse as eventuais dúvidas que ainda existem, lembrando sempre que questionamentos filosóficos não são de grande valia aqui. Então me refiro mais a inseguranças quanto ao que foi aprendido do que a dúvidas intelectuais.
Hmm, penso que a maior compreensão que tenho é que é necessário observar a experiência com tempo e calma, procurando deixar a intelectualização de lado. Penso que ganhei essa ferramenta, e que a vou aplicar com frequencia.

Outra coisa que percebi, mas que tenho ainda que aperfeiçoar, é que ao tentarmos controlar a experiencia, estamos a criar um controlador, um «eu» e a perder uma oportunidade para observar a experiencia e ganhar insight que seria impossível ao tentar controlar ou modificar alguma experiencia. sei por experiencia própria que resistir ao fluxo dos pensamentos, emoções, sensações cria uma sensação de posse, de alguem que está a resistir a algo, de um controlador. mas quando reflicto e me recordo que o «eu» não foi encontrado, nem caracterizado, consigo libertar-me da tendencia e da necessidade de controlar, e a partir daí as percepções parecem perder a identidade e ficam apenas como elementos de energia, como se se abrisse um espaço. Sinto contudo, que preciso de amadurecer e continuar a observar, porque a sensação de «eu» reaparece frequentemente ( qualquer dia, espero eu, será apenas mais uma sensação, por enquanto ainda tenho de observar e certificar-me que é )

Boa noite

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Re: Tópico para Gerwa

Postby Riktam » Mon May 20, 2013 3:06 am

Gerwa, bom dia.
Hmm, penso que a maior compreensão que tenho é que é necessário observar a experiência com tempo e calma, procurando deixar a intelectualização de lado. Penso que ganhei essa ferramenta, e que a vou aplicar com frequencia.
Isso, e agora que percebeu que não há um "eu" por detrás das ações, aproveite para viver isso no seu dia a dia, quando estiver caminhando, comendo e fazendo suas coisas de rotina, observe a experiência que simplesmente acontece, sem ninguém por detrás, e veja como o corpo se sente.
Outra coisa que percebi, mas que tenho ainda que aperfeiçoar, é que ao tentarmos controlar a experiencia, estamos a criar um controlador, um «eu» e a perder uma oportunidade para observar a experiencia e ganhar insight que seria impossível ao tentar controlar ou modificar alguma experiencia. sei por experiencia própria que resistir ao fluxo dos pensamentos, emoções, sensações cria uma sensação de posse, de alguem que está a resistir a algo, de um controlador.
Sim, toda resistência ou tentativa de controle ou de modificar alguma situação só pode ocorrer sob a perspectiva do "eu", porque só um "eu" tem o comportamento de definir como as coisas "deveriam ser" ou "não deveriam ser". Sem um "eu" uma dor de cabeça, por exemplo, é mais uma sensação, que ocorre para ninguém. Com o "eu" vem a idéia de "isso não deveria estar acontecendo comigo" e aí vem o sofrimento e se junta à sensação de dor.
Sinto contudo, que preciso de amadurecer e continuar a observar, porque a sensação de «eu» reaparece frequentemente ( qualquer dia, espero eu, será apenas mais uma sensação, por enquanto ainda tenho de observar e certificar-me que é )
Gerwa, mesmo depois que você se render completamente às evidências da inexistência do "eu" - o que a LU chama de "cruzar o portão sem porta" (Gateless gate) - acredite-me, o "eu" volta ao controle diversas vezes porque é uma crença muito profunda, um hábito adquirido, e leva tempo para se dissolver. Continuamos nos perdendo nas "histórias". A diferença é que a partir desse ponto temos um novo recurso, porque quando essa verdade é vista uma vez não pode mais ser esquecida. Frequentemente nos pegamos nas histórias e lembramos: "espere, mas QUEM está achando isso?" E aí o "eu" cai de novo. Com o tempo (meses talvez) vamos nos habituando e trazendo isso cada vez mais presente.
mas quando reflicto e me recordo que o «eu» não foi encontrado, nem caracterizado, consigo libertar-me da tendencia e da necessidade de controlar, e a partir daí as percepções parecem perder a identidade e ficam apenas como elementos de energia, como se se abrisse um espaço.
Tem uma experiência que pode aprofundar um pouco mais essa experiência de libertação do "peso" de atuar sob a perspectiva do "eu". Para fazê-la você precisa de um caderno ou algumas folhas de papel e uma caneta, além de 20 minutos do seu tempo.

Pegue um caderno e uma caneta e durante os primeiros dez minutos (aproximadamente), anote tudo que perceber utilizando o "eu" como sujeito ou "meu" como pronome. Por exemplo: "eu estou lembrando do passeio", "eu estou ouvindo um pássaro cantar", "eu estou sentindo cheiro de comida", "eu estou escrevendo", "minha perna coça", etc.
Na segunda parte, continue fazendo o mesmo exercício porém anotando tudo que perceber sem o conceito do "eu". Por exemplo: "pensamento em comida", "som de música", "brisa na pele", "coceira" e assim por diante. Registre como mudaram as sensações do corpo, numa e na outra parte, há sensações de tensão ou de relaxamento?
Depois me conte.

Abraços.
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Re: Tópico para Gerwa

Postby Gerwa » Tue May 21, 2013 8:51 am

Riktam

Por motivos académicos, ontem não consegui realizar o exercício. Se calhar posso realizar o exercício durante o dia também, correcto ? não tem de ser sozinho ? Depois conto.

Abraço


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