Tenho feito isso durante as meditações e mesmo durante o dia-a-dia, mas de fato é impossível encontrar esse eu que aparentemente provocaria os pensamentos e ações, e perceberia a experiência.Talvez devesses procurar por uma experiência que mostre que o eu existe? :)
Mas por mais que eu perceba isso, a perspectiva não muda. Também percebo como a mente sequer consegue imaginar uma experiência sem um eu a tendo. Talvez por causa da forma como a mente está acostumada a pensar em sujeito e objeto.
Mas se não é possível perceber esse eu tendo a experiência, e uma experiência sem um eu a tendo parece algo inimaginável pela mente, o que fazer? Reconhecer que o eu não existe? (Quem reconheceria que o eu não existe?)
Fico sem saber o que fazer.
Sim, de fato preciso relaxar um pouco mais. Mas acho que o que mais me incomoda é não saber o que pensar, essa confusão que geralmente se instala quando volto a focar nessa investigação. Os objetivos e "verdades" que geralmente eu carrego perdem muito o sentido durante esse período, e sinto como se estivesse me sabotando.Bom, sim, é provável que este tipo de vontade alimente a ilusão.
Passas muito tempo focado em ti próprio? Ou também tens interesses que te levem a pensar e fazer coisas que te agradem e distraiam?
Se tens a tendência para te criticares de forma negativa, já procuraste formas mais saudáveis de pensar, para te aceitares melhor como és? Com algum esforço é possível combater certas tendências que por vezes temos e não nos fazem bem nenhum.
Provável que eu não seja o único a me sentir assim nesse caminho :)
Obrigado pelas orientações.
Sds,
Nelson

