Obrigado pelas orientações, e por me ajudar a manter o foco. Mas como isso é difícil para mim! Me sinto como se estivesse andando em círculos.
Esses pontos foram importantes para mim. Estava perdendo muito tempo no mundo da imaginação.As coisas seriam como são. Não precisas de imaginar nada, basta observar. As coisas são como são :)
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Estás a tentar ter um tipo específico de experiência. Quando a única experiência que existe é esta que está a acontecer agora, tal como é (e não como pensamos que devia ser).
Sendo sincero, uma pergunta que me faço frequentemente sobre essas orientações é "Por que eu precisaria perceber algo a mais movendo a mão? Não posso ser esse corpo, controlando esse corpo?!". Analisando melhor, entendo que se digo com tanta certeza que "eu estou movendo a mão", é de se esperar que eu possa encontrar algo além das sensações, imagens e pensamentos sobre essa mão se movendo. Algo que justifique esse "eu" na frase. Mas parece ser apenas um entendimento intelectual, sem força suficiente para gerar alguma dúvida real em mim.Se estenderes um braço e virares a palma da mão de um lado para o outro, parece que há alguém a fazer o que quer que seja? Existe uma ilusão de um eu a mover a mão? Esta ilusão pode ser vista, da mesma forma que é possível ver um arco iris ou uma miragem num deserto?
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Neste momento, vez alguma evidência de que o que tu és está separado do todo? Há alguma fronteira, alguma separação, algum limite, entre o que parece ser o eu (o corpo) e o todo? Consegues tocar esta separação com um dedo? Vê-la? Ouvi-la
Ótimo ponto. Tenho percebido que, em geral, quando reparo algo, esse algo já passou. Como se estivesse sempre vendo um replay mental do que acabou de acontecer. De fato, isso reforça a ideia de não se ter controle sobre as ações.Acontece algo. Pensamentos sobre esse algo acontecem. Consegues ter controlo sobre isto? Ou quando reparas no que se passa já passou? É possível mudar o que já aconteceu?
Uma ótima semana para você!
Abraços.

