Re: Seeking for oneness
Posted: Fri Dec 27, 2024 1:29 am
Boa noite, Franchi! Como você está?
Imaginei que estivesse ocupado esses dias! Sem problemas! Estava um pouco corrido por aqui também. Mas as coisas estão mais calmas agora! :)
Interessante, vejo aqui mais um ponto de semelhança nas histórias dos nossos personagens, rs. Assim como você, sou filho único, fui muito mimado e desenvolvi fortes tendências ao egoísmo. Por isso, entendo bem o que você quer dizer sobre condicionamentos profundos e arraigados.
Vou te pedir para investigar e me responder essas perguntas abaixo:
E se essa ideia de “plenitude” não dependesse de nenhuma mudança no condicionamento?
O condicionamento é, de fato, diferente da chuva que cai ou do vento que sopra?
Se o condicionamento é apenas um padrão de pensamentos e comportamentos, quem ou o que acredita que ele precisa desaparecer? Quem está resistindo ao que já é?
Quando o condicionamento aparece, ele realmente separa você de algo? Ou é apenas mais um fenômeno acontecendo, como qualquer outro?
E se a “plenitude” já incluísse o condicionamento exatamente como ele é? Como algo poderia estar separado disso?
Você mencionou recentemente que a dor no seu nervo ciático (ou era de hérnia de disco?) já não tem tanto peso, porque você não a vê mais como 'sua' dor, mas simplesmente como uma dor se manifestando. Como os seus condicionamentos são diferentes disso? Não seriam eles também apenas pensamentos e sensações transitórios que surgem e se dissipam, sem um 'eu' por trás deles tentando controlá-los?
Achei essa história bem interessante! Quando você tentou pegar a manga (a primeira), houve esforço, tentativa, uma ação voltada para alcançar algo. Mas, você relaxou dessa ideia e seguiu, então, uma manga apareceu ou passou a ser percebida, de maneira quase "mágica". Às vezes, o esforço e a resistência para alcançar algo são justamente o que criam a sensação de falta ou separação.
Imagino que o "estalo" que você mencionou tenha a ver com essa percepção: talvez você tenha se dado conta de que não há separação em nada. Quando a mente solta a ideia de controle e de esforço, as coisas se desdobram naturalmente, sem a necessidade de "agir" ou forçar.. Isso é um reflexo de como tudo está interconectado e se manifesta de acordo com o fluxo da vida, sem a necessidade de separação ou resistência. Faz sentido? Foi isso? Me conte!
Você percebe alguma diferença entre a expectativa de algo e a simples abertura para que as coisas se manifestem como elas são?
O que você percebe sobre o esforço versus o não-esforço agora?
Imaginei que estivesse ocupado esses dias! Sem problemas! Estava um pouco corrido por aqui também. Mas as coisas estão mais calmas agora! :)
“Ainda não tenho a capacidade de me sentir integrado ao todo por conta do condicionamento muito forte do meu ego, pois sou filho único, sempre muito autônomo, auto suficiente e individualista. E embora eu saiba que ele é uma ficção e que nunca existiu de fato, ter acreditado nele durante todos estes anos, criou um condicionamento bastante intenso.
Isso não será problema, porque é uma questão de tempo para que esse condicionamento seja quebrado.
O raciocínio já foi desenvolvido e aceito..."
Interessante, vejo aqui mais um ponto de semelhança nas histórias dos nossos personagens, rs. Assim como você, sou filho único, fui muito mimado e desenvolvi fortes tendências ao egoísmo. Por isso, entendo bem o que você quer dizer sobre condicionamentos profundos e arraigados.
Vou te pedir para investigar e me responder essas perguntas abaixo:
E se essa ideia de “plenitude” não dependesse de nenhuma mudança no condicionamento?
O condicionamento é, de fato, diferente da chuva que cai ou do vento que sopra?
Se o condicionamento é apenas um padrão de pensamentos e comportamentos, quem ou o que acredita que ele precisa desaparecer? Quem está resistindo ao que já é?
Quando o condicionamento aparece, ele realmente separa você de algo? Ou é apenas mais um fenômeno acontecendo, como qualquer outro?
E se a “plenitude” já incluísse o condicionamento exatamente como ele é? Como algo poderia estar separado disso?
Você mencionou recentemente que a dor no seu nervo ciático (ou era de hérnia de disco?) já não tem tanto peso, porque você não a vê mais como 'sua' dor, mas simplesmente como uma dor se manifestando. Como os seus condicionamentos são diferentes disso? Não seriam eles também apenas pensamentos e sensações transitórios que surgem e se dissipam, sem um 'eu' por trás deles tentando controlá-los?
“Aconteceu uma coisa bem trivial comigo, mas que me fez pensar nessa possibilidade... Você pode até rir, porque chega a ser besta, mas me deu um estalo na hora ...
Eu estava passeando com um de meus cachorros e passamos debaixo de uma mangueira (árvore) que tinha uma manga linda num galho alto. Tentei arremessar outras mangas verdes que estavam no chão para tentar derrubá-la, mas não obtive êxito. Pensei, como iria ser bom pegar aquela manga.
Continuei o passeio e depois fiz o mesmo trajeto com outro dos meus cachorros... No meio do nada, apareceu uma manga tão linda quanto aquela que tentei pegar no meio fio, bem ali entre a calçada e a rua. Olhei para todos os lados e não havia nenhuma mangueira ali, a única possibilidade seria de alguém estar carregando e ter deixado cair sem perceber, porque ninguém deixaria uma manga linda daquelas para trás...
Na hora me veio o trecho do livro do Jed Mckenna... Não foi interessante??? Entre eu tentar pegar a manga na árvore e a outra aparecer, não se passaram nem 10 minutos...”
Achei essa história bem interessante! Quando você tentou pegar a manga (a primeira), houve esforço, tentativa, uma ação voltada para alcançar algo. Mas, você relaxou dessa ideia e seguiu, então, uma manga apareceu ou passou a ser percebida, de maneira quase "mágica". Às vezes, o esforço e a resistência para alcançar algo são justamente o que criam a sensação de falta ou separação.
Imagino que o "estalo" que você mencionou tenha a ver com essa percepção: talvez você tenha se dado conta de que não há separação em nada. Quando a mente solta a ideia de controle e de esforço, as coisas se desdobram naturalmente, sem a necessidade de "agir" ou forçar.. Isso é um reflexo de como tudo está interconectado e se manifesta de acordo com o fluxo da vida, sem a necessidade de separação ou resistência. Faz sentido? Foi isso? Me conte!
Você percebe alguma diferença entre a expectativa de algo e a simples abertura para que as coisas se manifestem como elas são?
O que você percebe sobre o esforço versus o não-esforço agora?